5 de janeiro de 2026
4 de janeiro de 2026
1 de janeiro de 2026
30 de dezembro de 2025
Geraldo Lúcio deseja um Feliz Ano novo a todos os seguidores deste blog- falando sobre o o significado da virada de Ano Velho para Ano Novo para os Cristãos
Os cristãos veem o tempo como pertencente a Deus e buscam alinhar suas vidas com Seus propósitos.
O foco está voltado para oração, louvor e consagração do novo ciclo a Deus.
Fazem reflexões valorizando a caminhada em santidade e a esperança em Cristo.
Fazem planos pautados na orientação de Deus para um futuro melhor, se reúnem com celebrações nas igrejas com cultos e missas ao Deus que tem nas suas mãos destino da humanidade.
Sentidos Principais:
Reconhecimento da Soberania de Deus: Entender que Deus é o Senhor da história e do tempo, e que Ele guia cada etapa da vida humana, não apenas o calendário.
Gratidão e Prestação de Contas: Agradecer a Deus pelas bênçãos, livramentos e aprendizados do ano que passou, pedindo perdão pelos erros e convertendo perdas em lições.
Renovação Espiritual: Um convite à transformação interior, decidindo viver o novo ano mais próximo de Deus, abandonando velhos hábitos e buscando a santidade.
Entrega e Consagração: Consagrar as primeiras horas e os primeiros dias do ano a Deus, oferecendo sonhos, planos e projetos para que Ele os abençoe.
Esperança e Confiança: Ancorar a esperança no Senhor, confiando que Ele sustenta o futuro e que, com Ele, é possível recomeçar e encontrar vida nova, mesmo em tempos difíceis, como um "rio no deserto".
Como Viver a Virada:
Participar de Serviços Religiosos: Ir no dia 31 ou 1º) nos cultos ou missas para louvar, orar e receber a Palavra.
Oração e Louvor: Dedicar tempo à oração, pedindo sabedoria para contar os dias e viver cada um deles para a glória de Deus.
Rompimento com Superstições: Rejeitar rituais pagãos e superstições, colocando a esperança somente em Deus, e não em símbolos ou rituais vãos.
Propósito e Compromisso: Assumir atitudes concretas para buscar o Reino de Deus em primeiro lugar, fortalecendo a fé através dos sacramentos e da Palavra.
Em essência, para o cristão, a virada do ano é uma oportunidade de reafirmar a sua fé reconhecendo o passado com gratidão e projetando o futuro com esperança e confiança em Deus, vivendo cada dia como um presente divino.
FELIZ ANO NOVO - UM 2026 COM MUITA SAÚDE E PAZ PARA TODOS DO:
Geraldo Lúcio é o proprietário do blog: turismo rural mt.com
Confiram - A Anater lançou edital para contratação de 32 profissionais em vagas temporárias de nível médio e superior.
29 de dezembro de 2025
Participem do 1º Prêmio Rotas Negras, uma iniciativa que vai reconhecer e premiar 50 projetos de afroturismo em todo o Brasil.
ATENÇÃO- Comprem no Pé de Cerrado -Produtis Agroecológicos
Desejo que esteja passando uma ótimo dia compartilho parte dos nossos produtos disponíveis para entrega entre 3 e 5 de janeiro2026.
Agradeço seu tempo e apoio em nos ajudar fazer chegar essa informação outras pessoas que possam querer.
Que os seu melhores aprendizados de vida cheguem em 2026 que seja uma trilha de alegria e amor!
Gratidão!.
27 de dezembro de 2025
O O CAMINHO REAL DE MATO GROSSO: UMA FONTE DE REGISTROS TOPONÍMICOS
Autores
ROMUALDO POVROZNIK JUNIORUNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso- JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARIUEG - Universidade Estadual de Goiás
- ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRAUEG - Universidade Estadual de Goiás
- VANDERVILSON ALVES CARNEIROUEG - Universidade Estadual de Goiás
Resumo
As toponímias do Caminho Real de Mato Grosso registram a colonização portuguesa e a interação entre colonizadores e indígenas. Elas incluem nomes de origem portuguesa, indígena e descritiva, marcando a apropriação do espaço na rota geohistórica. O estudo baseia-se nas pesquisas de Dick (1990; 1992) sobre toponímias que são encontradas no Atlas Toponímico do Estado de Mato Grosso e nos relatos de viajantes / exploradores do Caminho Real de Mato Grosso. Objetivo do estudo foi analisar as toponímias do Caminho Real de Mato Grosso reportadas pelo Atlas Toponímico de Mato Grosso e pelos relatos de viajantes que refletem na interação humana com a geodiversidade e biodiversidade locais. O Rio Araguaia, onde está a cidade de Araguaiana no Mato Grosso, foi um caminho importante para exploradores como Marechal Rondon e outros. Araguaiana, rica em geodiversidade, é considerada um Patrimônio Natural e Cultural de Mato Grosso. Exploradores e viajantes registraram nomes de localidades como Taquaral e Sangradouro. Taquaral, um rio que nasce na Serra do Taquaral, é conhecido pela sua beleza natural. Sangradouro, habitado por comunidades indígenas, possui um valor histórico significativo, devido à sua nomeação há quase trezentos anos. Outros locais importantes são os rios São Lourenço e Manso, também registrados por exploradores e viajantes. A Estação Telegráfica em Campo Verde / MT é um símbolo de cultura e geohistória. A escolha dos nomes de lugares reflete vários fatores socioculturais, mostrando que a toponímia não é aleatória. Estudos toponímicos podem reunir diversos aspectos, como geohistória e geodiversidade, ajudando a entender melhor a importância dos nomes dos lugares.
Palavras–Chave: Exploradores / viajantes, Topônimos, Ambientes físico-naturais; Mato Grosso.
Biografia do Autor
- ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
Doutorando em Geografia da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Cáceres / MT
- JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Mestranda em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO
- ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Docente do Mestrado em Engenharia Agrícola da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Anápolis / GO
- VANDERVILSON ALVES CARNEIRO, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Docente do Mestrado em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO
CAMINHO REAL DE MATO GROSSO: UMA FONTE DE REGISTROS TOPONÍMICOS
Autores
- ROMUALDO POVROZNIK JUNIORUNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
- JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARIUEG - Universidade Estadual de Goiás
- ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRAUEG - Universidade Estadual de Goiás
- VANDERVILSON ALVES CARNEIROUEG - Universidade Estadual de Goiás
Resumo
As toponímias do Caminho Real de Mato Grosso registram a colonização portuguesa e a interação entre colonizadores e indígenas. Elas incluem nomes de origem portuguesa, indígena e descritiva, marcando a apropriação do espaço na rota geohistórica. O estudo baseia-se nas pesquisas de Dick (1990; 1992) sobre toponímias que são encontradas no Atlas Toponímico do Estado de Mato Grosso e nos relatos de viajantes / exploradores do Caminho Real de Mato Grosso. Objetivo do estudo foi analisar as toponímias do Caminho Real de Mato Grosso reportadas pelo Atlas Toponímico de Mato Grosso e pelos relatos de viajantes que refletem na interação humana com a geodiversidade e biodiversidade locais. O Rio Araguaia, onde está a cidade de Araguaiana no Mato Grosso, foi um caminho importante para exploradores como Marechal Rondon e outros. Araguaiana, rica em geodiversidade, é considerada um Patrimônio Natural e Cultural de Mato Grosso. Exploradores e viajantes registraram nomes de localidades como Taquaral e Sangradouro. Taquaral, um rio que nasce na Serra do Taquaral, é conhecido pela sua beleza natural. Sangradouro, habitado por comunidades indígenas, possui um valor histórico significativo, devido à sua nomeação há quase trezentos anos. Outros locais importantes são os rios São Lourenço e Manso, também registrados por exploradores e viajantes. A Estação Telegráfica em Campo Verde / MT é um símbolo de cultura e geohistória. A escolha dos nomes de lugares reflete vários fatores socioculturais, mostrando que a toponímia não é aleatória. Estudos toponímicos podem reunir diversos aspectos, como geohistória e geodiversidade, ajudando a entender melhor a importância dos nomes dos lugares.
Palavras–Chave: Exploradores / viajantes, Topônimos, Ambientes físico-naturais; Mato Grosso.
Biografia do Autor
- ROMUALDO POVROZNIK JUNIOR, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
Doutorando em Geografia da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Cáceres / MT
- JANUZIA FLORÊNCIA BATISTA MULARI, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Mestranda em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO
- ANDRÉ LUIZ RIBAS DE OLIVEIRA, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Docente do Mestrado em Engenharia Agrícola da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Anápolis / GO
- VANDERVILSON ALVES CARNEIRO, UEG - Universidade Estadual de Goiás
Docente do Mestrado em Geografia da UEG - Universidade Estadual de Goiás, Cidade de Goiás / GO






























































































